Terapia de Casal

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Terapia de casal significa a possibilidade de resolução de desafios e conflitos quando casais não conseguem realizar tal prática por si mesmos. O processo envolve o casal na construção de uma comunicação efetiva com auxílio de um profissional treinado para exposição e reflexão de pensamentos e sentimentos. O objetivo é desenvolver um melhor entendimento enquanto indivíduos e enquanto parceiros para que ambos sejam capazes de tomar decisões assertivas ou razoavelmente interessantes e saudáveis.

Sarah Costa 25/07/2012

Fibromialgia

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Síndrome de Fibromialgia (SFM)

Definição
A síndrome de fibromialgia (fibromyalgia syndrome) é uma síndrome reumatológica comum caracterizada pela dor musculoesquelética e sensibilidade difusas crônicas, com uma quantidade se sintomas associados, entre os quais a dificuldade para dormir e a disfunção afetiva são particularmente freqüentes.

Epidemiologia e economia
Esta síndrome afeta 2% da população geral.

Sua distribuição no que diz respeito ao gênero é quase igual na infância, mas até sete vezes mais comum nas mulheres que nos homens na idade adulta (entre os 50 e 60 anos).

A SFM tem um impacto substancial na qualidade de vida e da função física de uma pessoa, similar ao da artrite reumatóide (rheumatoid arthritis).

Mais de 30% dos pacientes com SFM se vêem obrigados a aceitar jornadas de trabalho mais curtas ou tarefas que exijam menos esforço físico para conservar o emprego.

Nos EUA, aproximadamente 15% dos pacientes recebem atualmente uma remessa de fundos por incapacidade devido a seus sintomas.

Fisiopatologia
A fisiopatologia do SFM não foi esclarecida completamente; foram associadas diversas alterações neuroendócrinas1, neurotransmissoras2 e neurosensoriais3 com sua geração. Se supõe que a exposição de uma pessoa geneticamente predisposta a uma ampla variedade de fatores de estresse relacionados com o ambiente provoca o desenvolvimento do SFM.

Alteração neuroendócrina: Disfunção do eixo hipotálamo-hipofisário-supra-renal, o que inclui as respostas debilitadas ao cortisol e à falta de variação diurna do cortisol; regulação anormal do hormônio de crescimento.

Alteração de neurotransmissores: diminuição da serotonina no sistema nervoso central, níveis elevados de fator de crescimento nervoso e substância P no liquido cefalorraquiano, diminuição da transmissão de dopamina no cérebro.

Alteração neurosensorial: ampliação central de dor e/ou redução da antinocicepção (sensibilização central, anomalias nas vias descendentes inibidoras da dor).

Predisposição genética: forte concentração familiar de casos de SFM. O modo de herança muito provavelmente é poligênico. Evidências de que os polimorfismos dos genes nos sistemas serotoninérgico, dopaminérgico e catecolaminérgico participam na etiologia da SFM.

Critérios de diagnóstico
Os critérios atuais para o diagnóstico da SFM são aqueles estabelecidos pelo Comitê do American College of Rheumatology em 1990, ou seja:

      1. Antecedentes de dor estendida (o que inclui as 4 extremidades e o tronco) que tenha durado, pelo menos, 3 meses, e;
      2. Sensibilidade à palpação digital (com uma pressão de 4 kg) em, pelo menos, 11 de 18 (9 simétricas) zonas do corpo predeterminadas denominadas pontos de sensibilidade (tender points).*
*Um ponto de sensibilidade é uma zona de extrema sensibilidade em tecidos moles que, em contraposição ao ponto desencadeante da síndrome de dor miofascial, não esta incluída em uma banda de fibras musculares tensas palpáveis, não evoca uma resposta de espasmo muscular local em uma palpação em estímulo e não refere a dor a distância quando é estimulada.

A Comunidade Internacional do Dor tem proposto uma revisão dos critérios mencionados anteriormente. É provável que nos anos vindouros se estabeleçam novos critérios.

Características clínicas e achados instrumentais
A SFM tem um inicio gradual ou pós-traumático (lesão física, estresse psicológico).
     
A dor espontânea da SFM se descreve como uma sensação persistente, difusa, profunda, dolorosa, pulsátil e às vezes pungente nos músculos, pode ser recorrente, mas geralmente, é contínua, com exacerbações periódicas.

Os sintomas clínicos associados com o dor muscular na SFM são: disfunção afetiva, transtornos cognitivos, perda da memória de curto prazo, dor occipital pulsátil, dor de cabeça por contração muscular, desmaios, tonturas, síncope, sono que não é reparador ou insônia crônica, mioclonia noturna, bruxismo noturno, cansaço diurno parecido ao esgotamento físico, rigidez prolongada durante a manhã, intumescimento, formigamento, disestesia nas mãos e nos pés, dor abdominal/pélvico, diarréia, constipação; micção freqüente, necessidade imperiosa de urinar, disúria estéril.

As seguintes condições clínicas têm lugar mais freqüentes em pessoas com SFM que na população em geral (co-morbidades):

      – Depressão (40% em pessoas com SFM em comparação com uns 10% em controles e uns 20% em pessoas hospitalizadas por outra condição médica).
      – Ansiedade (45% em pessoas com SFM em comparação com uns 21% em paciente com outras condições de dor crônica e uns 51% em pacientes com SFM mais outros transtornos.
      – Síndrome do intestino irritável (irritable bowel syndrome) (até um 70% em pessoas com SFM em comparação com uns 20% em controles.
      – Dismenorréia, cistite intersticial (interstitial cystitis) outras condições reumáticas (artrite reumatóide, lúpus eritematoso, síndrome de Sjögren) síndrome de esgotamento crônico, síndrome de dor miofascial, dor na zona lombar, transtornos nas articulações temporomandibulares.

Os pacientes com SFM têm uma reação anormal aos estímulos dolorosos. São hipersensíveis aos estímulos dolorosos que se aplicam às estruturas somáticas, não só em zonas dolorosas, senão também em áreas de controle normal; mostram limiares de dor mais baixos que os normais ante os estímulos térmicos, mecânicos, elétricos e químicos na pele, a hipoderme e/ou a nível muscular. Também apresentam uma diminuição do limiar do reflexo flexor nociceptivo em comparação com os controles. O limiar de dor à estimulação elétrica intramuscular repetida é significativamente menor para os pacientes com SFM em comparação com os grupos de controle, o que indica que a somação nociceptiva temporal é mais pronunciada na síndrome. A infusão de uma solução salina hipertônica evoca dor muscular de maior duração em pacientes com SFM, e dor referida que se estende a uma área maior que nos controles.

Os pacientes com SFM apresentam respostas aberrantes à dor observadas ao realizar um diagnóstico neurológico funcional do cérebro por imagens. Estudos em repouso do fluxo sangüíneo do cérebro mostraram achados contraditórios para várias regiões do cérebro, ao mesmo tempo que vários pesquisadores observaram uma diminuição no fluxo talâmico. Estudos recentes também sugerem uma perda acelerada de substância cinzenta no cérebro de pacientes com fibromialgia: envelhecimento prematuro do cérebro?

Prognóstico e tratamento
A SFM não põe em risco a vida dos pacientes, mas pode provocar uma incapacidade grave assim comprometendo substancialmente a qualidade de vida. Quase nunca se alcança a resolução completa dos sintomas, mas pode se conseguir uma melhora significativa com uma terapia adequada.

Geralmente, o manejo da SFM é multimodal:

      a) Atitude de aceitação por parte do médico e do paciente.
      b) Avaliação clínica integral, diagnóstico preciso.
      c) Educação para as pessoas afetadas, suas famílias e a sociedade.
      d) Ao paciente para que desempenhe um papel ativo em seu cuidado pessoal.
      e) Apoio psicológico ou psiquiátrico, capacitação sobre bioretroalimentação.
      f) Terapias físicas, modalidades físicas, programas de exercícios.
      g) Uso moderado de medicamentos efetivos (antidepressivos tricíclicos de baixa dosagem [em sua maioria amitriptilina] ou outros inibidores da recaptação da serotonina, sedativos, medicamentos hipnóticos, analgésicos [tramadol], antiepilépticos [gabapentina, pregabalina]).
      h) Monitoração e seguimentos regulares.

Copyright International Association for the Study of Pain, September 2007 Referencesavailable at www.iasp-pain.org / http://www.sbed.org.br

Ansiedade

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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O que é ansiedade?

O termo tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, etc. 

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, podendo tornar-se patológica, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).

A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.

Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida.

Pode-se sentir ansioso a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente; pode-se ter ansiedade às vezes, mas tão intensamente que a pessoa se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:

– preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar);
– sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer;
– preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho;
– medo extremo de algum objeto ou situação em particular;
– medo exagerado de ser humilhado publicamente;
– falta de controle sobre os pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade;
– pavor depois de uma situação muito difícil.

Tratamento

Existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade;
– medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica);
– psicoterapia com psicólogo ou com médico psiquiatra;
– combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).
A maior parte das pessoas começa a ser sentir melhor e retoma suas atividades depois de algumas semanas de tratamento, por isso é importante procurar ajuda especializada na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso, um tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo, são imprescindíveis para obter-se melhores resultados e menores prejuízos.

 02/2011  http://bvsms.saude.gov.br

Depressão

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Depressão ou tristeza? Dúvida pode atrapalhar o diagnóstico precoce

Considerada o mal do século, a depressão é uma doença que pode atrapalhar a vida pessoal e profissional, desencadeando outros problemas de saúde ou estando associada a eles. Muitas vezes a depressão é tratada como uma tristeza persistente, mas entender a diferença entre depressão e um quadro de tristeza pode ajudar em um diagnóstico precoce e no tratamento adequado.

Perder um emprego, a morte de um ente querido e uma separação conjugal são situações que podem gerar tristeza. No primeiro momento há um período de luto, um sentimento de frustração e impotência, como se o mundo perdesse a graça. Quando conseguimos superar a crise vivida, a tristeza é normal e considerada saudável pelos especialistas, pois assim como a alegria, ela é um sentimento inerente ao ser humano.

Para o psicanalista e psiquiatra Celso Rubman, do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, a tristeza pode até mesmo acompanhar momentos de plena felicidade. “As mães, durante os primeiros dias após o parto, tem uma vivência de tristeza, que se dá pela separação da criança do ventre dela. Ela é fisiológica, mas às vezes pode evoluir patologicamente”, afirma. Essa melancolia pós-parto é menos severa que uma depressão. Celso diz ainda que o hábito de presentear a mãe ou o bebê é uma forma social de agradá-la por conta desse período crítico.

A diferença entre tristeza e depressão é sutil, o que dificulta na hora de procurar ajuda. “A tristeza é um fato comum da vida. Já a depressão é uma forma de viver que se repete e precisa de cuidados médicos. A pessoa não tem a sensação que o mundo ficou vazio, e sim que ela ficou vazia”, explica Rubman. Na depressão, a tristeza pode vir acompanhada de uma profunda melancolia, desânimo e alterações no sono e no apetite.

A depressão muitas vezes é determinada por situações inconscientes. “São sentimentos de frustração, onde a pessoa não entendeu o mal que estava vivendo. E ela tem um sentimento de raiva que não sabe administrar. Essa raiva se volta contra a própria pessoa, deixando-a entristecida”, alerta o psicanalista.

Em uma crise, é comum agir de duas maneiras antagônicas: uma é refletir sobre o problema e conseguir superá-lo. Outra é tornar o problema maior que a capacidade de resiliência e se enfraquecer, ficando mais vulnerável à depressão. “Podemos nos tornar uma pessoa mais forte ou mais fraca, conforme a postura em tentar resolver o problema. Se conseguimos, colocamos na bagagem mais instrumentos para tentar solucionar futuras dificuldades.”

A depressão pode surgir em qualquer fase da vida. “Pessoas da terceira idade podem desenvolver a chamada depressão endógena, aquela que não se tem uma razão externa”, afirma Rubman. O psicanalista aconselha um acompanhamento profissional e terapias, sendo o uso de medicamentos não aconselhável para todos os casos. Entender a origem da depressão é essencial para o tratamento.

Fonte: Fabiana Conte/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde / 24 de julho de 2012   http://www.blog.saude.gov.br

Hospital Sírio-Libanês

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Hospital Sírio-Libanês

Hospital Israelita Albert Einstein

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Hospital Israelita Albert Einstein

Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor

No “coração” da Paulista

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Acredita-se que a tendência à somatização geralmente se manifesta em resposta a estresses psicossociais como eventos da vida e situações de conflito mal elaboradas. Esses pacientes geralmente não conseguem reconhecer que suas angústias têm relação com questões psicossociais e explicitamente negam essa possibilidade. Até 30% dos pacientes atendidos em serviços de atenção primária apresentam distúrbios psiquiátricos diagnosticáveis (ansiedade ou depressão na maior parte das vezes), e mais da metade manifesta queixas somáticas em vez de psicológicas.1
A ausência de espaço para a singularidade dos sujeitos, para a diversidade de suas experiências, para a sutileza de processos simbólicos e comunicacionais presentes na relação entre as pessoas impede uma compreensão mais abrangente do que faz um contexto se tornar terapêutico e quais seriam as possibilidades e papéis da psicoterapia em tal processo.2.
1. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-608320070006000 04&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
2. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-37722010000300014&lng=pt&nrm=iso

O que é “Dor” ?

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

A dor foi definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como “uma experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões. A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências”.

A definição proposta demonstra a multidimensionalidade da experiência e que tanto aspectos físicos como emocionais devem ser avaliados. Devido a sua subjetividade McCaffery e Beebe definiram que a dor “é o que o indivíduo que a sente diz ser e existe quando a pessoa que a sente diz existir”.

http://www.dor.org.br/profissionais/5_sinal_vital.aspImagem

www.psicologasaopaulo.com

julho 25, 2012 às 12:37 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

PSICOTERAPIA

Acredito que psicoterapia pode ajudar o indivíduo a se sentir mais conectado consigo mesmo e com as pessoas que o cercam, ajudando-o a persistir com seus objetivos a partir de um suporte emocionalmente confortável para o compartilhar do que vem a ser chamado de obstáculo.  Gosto de trabalhar colaborativamente explorando passado e presente com o objetivo de entender e se aproximar do que vem trazer maior equilíbrio. Juntos, desenvolveremos estratégias para lidar e/ou mesmo remover esses obstáculos.
Trabalho ajudando pessoas com ansiedade, trauma, depressão, dificuldades alimentares, dificuldades relacionadas à imagem do corpo, situações relacionadas à identidade (tais como orientação sexual e multiculturalismo), impacto emocional relacionado às doenças crônicas, violência familiar (crianças e adultos), terapia de casal, processos psicológicos na adoção, relacionamentos. Em meu histórico há experiências com arte e educação Intercultural (EUA, Inglaterra e França).  Atualmente  trabalho com psicoterapia clínica envolvendo o processo e tratamento multidisciplinar da Dor em São Paulo, SP.
Trabalho com crianças, adolescentes e adultos. Sou particularmente interessada nos inúmeros benefícios oferecidos pela psicologia oriental , a qual venho estudando nos últimos 13 anos no Brasil e nos Estados Unidos.
Possa essa conexão trazer para todos benefícios ilimitados!

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